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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

LG promete e-paper colorido em breve

Na última sexta a gigante coreana SEC mostrou seus planos para o futuro, onde disparou que os consumidores da LG podem aguardar que breve poderão utilizar um papel eletrônico colorido e flexível. Isto mesmo uma nova geração de leitores em breve estará entre nós com telas muito melhores que as atuais de LCD, que são as mais populares de hoje.

No entanto, os problemas persistem: destaca-se o maior consumo da bateria pelo e-paper colorido, que é um sério problema quando comparado ao consumo das atuais telas de LED. Porém, por outro lado, parece que a LG conseguiu contornar o problema tecnológico, considerando sua decisão de produzir em massa o e-paper.

Embora a LG anime o mercado ao apresentar a ideia de um e-paper de tamanho A4, flexível e com 16 milhões de cores, o custo pode pôr em perigo a difusão dos e-paper flexíveis como dispositivos portáteis. Vamos aguardar, mas agora com mais expectativa.

(Fonte: SEC)

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Um jornal de alta tecnologia... ou não

Algumas novas tecnologias de jornais eletrônicos ou e-papers vem surpreendendo o mercado a cada dia que passa, porém hoje verifiquei uma das mais fascinantes tecnologias que deverá abalar o mercado (... ou não). Trata-se de um jornal que parece responder ao toque.

Bom... talvez tenha sido apenas um erro ao copiar o anúncio do website para o jornal, mantendo a frase "Clique aqui para compará-los". Ou talvez o dono do jornal precise ter uma conversa com o editor e lhe ensinar como funciona a tecla "Delete" e os recursos de "Copiar" e "Colar". (risos)


Obs.: A imagem pode ser ampliada clicando na mesma.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Apenas o prazer de ler unido a tecnologia

Quem tentou acompanhar as tecnologias de e-reader (ou e-papers, e-books e, ufa!, tablets) nestas últimas semanas deve ter enlouquecido. Desde dezembro você já deve ter ouvido falar no Kindle (da Amazon), em uma centena de talets (Dell, HP, Acer, Google) e, desde ontem, no iPad.

Mas, antes de declarar seu amor ao iPad ou ficar na defensiva pelo lindo Kindle que você comprou no natal, devia se perguntar: Por que todo este frenesi por estes produtos? Na minha modesta opinião a resposta é simples: todas as propostas, sem exceção procuram remeter a boa e velha sensação de ler um livro.

Ou seja, a industria descobriu que as pessoas relutam em ler no computador, mas não num dispositivo semelhante a um livro (ergonomicamente falando). Mas isto só foi constatado pela ótima aceitação do Kindle, o sucesso de vendas deste natal. A ponto do Steve Jobs em seu discurso de ontem ter mencionado que a Amazon fez um "grande trabalho de pioneirismo" em leitura eletrônica com o Kindle.

Porém vou incluir neste post 2 produtos que vão mostrar que estão vindo alternativas que aumentarão ainda mais a sensação de leitura convencional: o skiff e o e-paper da LG, que são tão interessantes que talvez agradem (que ninguém me escute) até mais que o iPad.

Olhando este leque de alternativas (Kindle, iPad, Skiff e LG) qual você escolheria? Eu particularmente achei a proposta da LG extremamente atrativa. Vendo o design já me imagino lendo meu jornal de final de semana nele sem problemas. Mas o mais importante é que ler voltou a ser "in" em 2010.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Quem ganha com conteúdo pago?

Algumas tecnologias novas, que podem trazer grandes benefícios, muitas vezes são acompanhadas de idéias limitadas que visam monopolizar informações na tentativa de obter mais e mais lucro.

Após uma série de boas notícias do sucesso de e-readers em 2010 (como Kindle, Skiff e do prometido Tablet da Apple), as quais imaginávamos que seriam um tremendo impulso para a industria de livros e jornais, tudo acabou sendo ofuscado pela ganância e falta de visão de empresários. Em especial do bilionário Rupert Murdoch que propõe um bloqueio de conteúdo dos principais jornais do planeta para forçar uma cobrança de assinaturas. Assinaturas estas que, ironicamente, já vinham numa crescente natural devido ao sucesso dos e-readers.

Mas estas ações não podem ser para tentar aumentar as assinaturas como aparentam (afinal, ele não pode ser bilionário à toa? pode?). Acredito sim, que ele esteja apenas tentando obter atenção para seus jornais neste momento em que eclodem os e-readers. Pois temos que lembrar que estes mesmos jornais que reclamam, a alguns anos atrás entraram na internet apenas para não dar espaço para o surgimento de novas mídias neste meio. E, é bom lembrar, que se o sr. Murdoch realmente vai abrir este espaço, novas mídias irão tomá-lo com o maior prazer (e de forma rápida).

O compartilhamento das informações de hoje é um grande avanço, e este tipo de "pregação" só gera um deserviço a todos, pois muitos acabam entrando na idéia de mudar o comportamento do meio em vez de simplesmente se adequar a ele. Parece um discurso do incio da internet, e este filme eu já sei como acaba!

(Questão de opinião!)

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

LG anuncia e-paper muito interessante

LG Display anunciou o desenvolvimento de um jornal eletrônico (e-paper) do tamanho de um jornal convencional e com a capacidade de transmitir a mesma sensação de se ler um jornal real.

O protótipo do e-paper apresentado tem 19" (250x400mm), 0.3 milímetros de espessura e 130 gramas. Para conseguir a maleabilidade a LG Display utilizou a inclusão de TFT em um folha de metal (em vez de vidro), o que permite que a tela do e-paper recupere a sua forma original depois de ser dobrada. A técnica fornece boa durabilidade e mantém a qualidade do display quando este é dobrado.

In Jae Chung, vice-presidente da LG Display, disse: "Nosso desenvolvimento de telas flexíveis abriu um novo mercado na próxima geração do setor de e-paper. Como o mercado de jornais eletrônicos está crescendo em um ritmo acelerado, a LG Display continuará a produzir novos valores para seus clientes e para o mercado através da sua líderança em tecnologias e produtos diferenciados."

A LG Display tem planos para lançar a produção em massa de um display flexível de 11.5" para e-papers já no primeiro semestre de 2010. O interesse está na espectativa de crescimento do mercado que, segundo a DisplaySearch, deve crescer de US$ 370 milhões em 2009 para cerca de US$ 1.2 bilhão em 2011 e US$ 1.73 bilhões em 2015.